A floresta
Numa festa techno no sul de França, Bernd Koch decora a sua própria banca de roupa com projetores de diapositivos comprados em feiras e efeitos pintados à mão. Alguém repara. Convidam-no para outra festa. Depois para outra.
Luz líquida analógica · desde 1991
Óleos coloridos, vidro e calor. Bastam quinze projetores analógicos para transformar uma fachada, um claustro ou uma floresta inteira — e de manhã está tudo como estava.
Onde já brilhámos
Centenas de eventos em Portugal, França, Alemanha, Suíça e Espanha.
Iluminámos, entre muitos outros
E também os Big Brother and the Holding Company — a banda de Janis Joplin.
O que projetamos
Não há ficheiro, não há programação, não há mapeamento. Há óleo que se move com o calor da lâmpada e vidro que gira. Mais de cento e cinquenta efeitos esperam nas malas, e nunca saem dois na mesma ordem. O que se vê está a acontecer naquele instante.
Óleos coloridos presos entre dois vidros. O calor da lâmpada agita-os e eles nunca desenham a mesma coisa. É o efeito mais antigo do ofício e continua a ser o mais difícil de imitar.
Optikinetics · liquid wheel
Duas tramas sobrepostas que rodam a velocidades diferentes. A imagem não está em nenhuma delas — nasce do desencontro entre as duas.
Moiré · 2 tramas
Um prisma em rotação à frente da lente. Uma imagem torna-se doze, depois cem, e abre-se por cima das cabeças até cobrir o teto.
Prisma rotativo
Cristais polarizantes que decompõem a luz branca. As cores mudam ao ritmo da música sem ninguém lhes tocar.
Solar Crystal Pulse
O lugar
Depressa passámos para além do palco, para usar o lugar todo — e até o público — como ecrã de projeção.
Bernd Koch
A iluminação de palco ilumina quem toca. Nós vestimos o edifício, o teto, as árvores e o chão onde as pessoas dançam. Quando não há superfície, levamos ecrãs translúcidos de cinco metros e meio.
Alucinogénio, mas nunca agressivo. Combina bem com a iluminação clássica de palco.
Para quem
Cada espaço pede uma montagem diferente. Diga-nos qual é o seu: o orçamento chega com as distâncias medidas e o número de projetores já calculado.
Desde 1991
Numa festa techno no sul de França, Bernd Koch decora a sua própria banca de roupa com projetores de diapositivos comprados em feiras e efeitos pintados à mão. Alguém repara. Convidam-no para outra festa. Depois para outra.
De dia, duas pizzarias — dez anos no Aveyron, catorze no Hérault. De noite, os projetores. A dupla vida durou até a luz dar para viver.
Compra um restaurante no Algarve em março. A pandemia fecha-o antes de abrir. Fica na mesma — pela região, pela luz e pelo céu.
A mesma óptica dos anos 70, mantida e reparada à mão. Enquanto o resto do mundo passou para o vídeo, o material continua analógico. É por isso que nada se repete.
O material
Dos Pink Floyd, dos Hawkwind e dos Gong às festas techno de hoje. Um sistema DMX comanda sessenta e quatro combinações de gobos a velocidade variável; dois projetores respondem diretamente ao som.
Como funciona
01
Diga-nos onde e quando. Duas fotografias do espaço e a data chegam para respondermos com um valor.
02
Vemos as superfícies, medimos as distâncias e escolhemos os efeitos que aquele sítio pede. À distância ou no local.
03
Chegamos várias horas antes. Trazemos tripés, cabo e ecrãs se não houver onde projetar. Nada fica fixado às paredes.
04
A projeção é conduzida ao vivo, do princípio ao fim. Nada corre sozinho, porque nada está gravado.
Uma luz pensada para o lugar leva tempo. Um bom sistema de som também. Do som não tratamos — mas temos os contactos certos, é só pedir.
Orçamento
Respondemos em vinte e quatro horas. Se preferir falar antes de escrever, o telefone está sempre ligado.